Mostra de cinema socioambiental reúne 29 filmes gratuitos em Manaus neste fim de semana

  • 20/05/2026
(Foto: Reprodução)
Cena do curta "A nave que nunca pousa”, de Ellen Morais. Divulgação/Ecoa A 2ª edição da “Ecoa – Mostra Socioambiental de Cinema de Manaus” acontece de sexta-feira (22) a domingo (24), em Manaus, com entrada gratuita. A programação reúne 29 filmes, entre eles três longas-metragens e 26 curtas. Seis produções são do Amazonas ou dirigidas por cineastas amazonenses. Idealizada pela produtora audiovisual duplofilme e pela Organização OCA Amazônia, a mostra será realizada em dois espaços culturais no Centro de Manaus. A abertura acontece na sexta-feira (22), às 18h, no Cineteatro Guarany, na Villa Ninita, anexa ao Palácio Rio Negro, na Avenida Sete de Setembro. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Já no sábado (23) e no domingo (24), as exibições serão realizadas no Teatro Gebes Medeiros, na Avenida Eduardo Ribeiro, nº 937. A programação terá três sessões acessíveis por dia, seguidas de debates curtos. Agora no g1 "No sábado, as sessões acontecem às 16h, às 17h30 e às 19h15. Já no domingo, acontecem às 15h, às 16h35 e às 18h15”, detalha o roteirista Henrique Amud, fundador da duplofilme ao lado de Ricardo Manjaro e Àlex Jansen. Henrique Amud, que dirige o evento ao lado da gestora de projetos socioambientais Shalimar Lima, afirmou que a mostra recebeu mais de 200 inscrições de todo o Brasil nesta edição. No primeiro ano, foram 110 trabalhos inscritos. Os três longas-metragens selecionados foram “Do Colo da Terra”, de Renata Meirelles e David Vêluz; “Mato”, de Severino Neto; e “Xingu, nosso rio sagrado”, de Angela Gomes. A programação de curtas-metragens inclui 26 produções de diferentes regiões do Brasil, entre elas obras produzidas no Amazonas e dirigidas por cineastas da região Norte. Veja abaixo: “A nave que nunca pousa” (Ellen Morais); “Águas Poluídas” (Mario Hirotoshi); “Animalidades” (Jacobo Martínez Flórez, Jacobo Chamorro); “Bici, A História de Uma Bicicleta no Afuá” (Otoniel Lopes Oliveira); “Caminho Sinuoso” (Adalberto Oliveira); “Capim” (Júlia Munhoz, Caio Pimenta); “Cotas, Memória e luta negra na UFPA” (Delen Castro, Gyselle Kolwask); “Duwid Tuminkiz – Makunaima é Duwid?” (Gustavo Caboco Wapixana); “Herança” (Keila Sankofa); “Kakxop pahok: as crianças cegas” (Charles A. P. Bicalho, Cassiano Maxakali); “Maira Porongyta – o aviso do céu” (Kujãesage Kaiabi); “Mulheres que sustentam a Amazônia” (Victor Rosalino); “O Jardim Mágico” (Carlon Hardt, Naira Carneiro); “O Último Varredor” (Perseu Azul, Paulo Alipio); “Pela água, sempre!” (Douglas de Magalhães, Juraci Júnior); “Praça Amazonas” (Ramiro Quaresma); “Replikka” (Piratá Waurá, Heloisa Passos); “Sagrado” (Samara Souza, Islla Pessoa); “Sebastiana” (Pedro de Alencar); “Sem nós, o que seria do Porto?” (Anne Caroline Maciel, Ronaldo Gomes-Souza); “Tanaru” (Júlia Mariano); “Thayara” (Mila Leão); “Tuyuka Sanny Katu Ury – Amazônia da Inclusão” (Ricardo Juliani); “Uma menina, um rio” (Renata Martins Alvarez); “Visagens e Visões” (Rod Rodrigues); “Vozes do Cocal” (Josué Castilho França). Protagonismo amazônida A mostra foi contemplada pelo Edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, executado pela Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura, com recursos do Ministério da Cultura. Segundo a organização, o evento busca fortalecer o protagonismo dos povos amazônidas por meio do cinema e promover encontros entre diferentes territórios e narrativas. Segundo Henrique Amud, a mostra busca fortalecer a Amazônia como espaço de produção cultural e de debate sobre questões socioambientais. “A ECOA surge da vontade de criar um novo espaço capaz de aproximar cinema, arte, política e questões socioambientais, fortalecendo reflexões sobre território, memória, crise climática e formas de resistência que atravessam tanto a região quanto outras partes do mundo”, pontua. Para Shalimar Lima, valorizar o cinema produzido em Manaus e na região Norte também ajuda a ampliar a representação da Amazônia a partir do olhar de quem vive no território. “Ao mesmo tempo, a mostra busca aproximar experiências, lutas e formas de resistência construídas em diferentes partes do Brasil, criando espaços de intercâmbio entre territórios, culturas e movimentos sociais”, salienta. Cena do curta “Vozes do Cocal", de Josué Castilho França. Divulgação/Ecoa

FONTE: https://g1.globo.com/am/amazonas/role-amazonas/noticia/2026/05/20/mostra-de-cinema-socioambiental-reune-29-filmes-gratuitos-em-manaus-neste-fim-de-semana.ghtml


#Compartilhe

Aplicativos


Locutor no Ar

Peça Sua Música

No momento todos os nossos apresentadores estão offline, tente novamente mais tarde, obrigado!

Anunciantes