(Foto: Reprodução) Dina Powell McCormick
Divulgação/Meta
A Meta anunciou nesta segunda-feira (12) que nomeou como presidente Dina Powell McCormick, ex-assessora do presidente americano Donald Trump, em um novo sinal de aproximação entre a gigante da tecnologia e o governo republicano.
Em sua nova posição, ela estará focada na busca de financiamento para o desenvolvimento da Meta no setor de inteligência artificial (IA), em particular a construção de data centers, informou a empresa em comunicado.
"A experiência da Dina no mais alto nível das finanças globais e sua rede de relações em todo o mundo lhe conferem uma legitimidade única para ajudar a Meta a conduzir essa próxima fase de crescimento", disse o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, citado no comunicado.
LEIA TAMBÉM:
'Sentimento horrível. Me sinto suja', diz brasileira vítima de foto editada de biquíni pelo Grok, IA de Musk
FAFO: Entenda o que significa gíria usada por Trump em post após captura de Maduro
Ligações indesejadas e robocalls: veja o que mudou nas regras sobre telemarketing em 2025
Veja os vídeos que estão em alta no g1
McCormick, que já integrou o conselho administrativo da Meta, foi vice-assessora de Segurança Nacional de Trump durante o primeiro mandato do republicano, sendo responsável pela região do Oriente Médio.
Trump disse que Zuckerberg fez uma "grande escolha" ao nomear McCormick. "Ela é uma pessoa fantástica e muito talentosa, que serviu à administração Trump com firmeza e distinção", disse o presidente dos EUA em sua rede Truth Social.
Dina Powell McCormick trabalhou com vários legisladores republicanos e para o próprio partido, antes de ocupar diversos cargos no governo de George W. Bush entre 2001 e 2007. Também trabalhou no banco Goldman Sachs por 16 anos.
Como os outros gigantes da IA generativa, a Meta está imersa em um ciclo de investimentos enormes para garantir as capacidades necessárias ao desenvolvimento dessa tecnologia.
No fim de outubro, o grupo anunciou investimentos de até US$ 72 bilhões (R$ 386,24 bilhões) em infraestrutura em 2025 e prevê um orçamento "sensivelmente maior" para 2026.